A Indústria Cultural é em sua essência a mercantilização da cultura. Adorno e Horkheimer perceberam que grandes corporações midiáticas privados estavam se apoderando de todas as manifestações artísticas, sejam elas cênicas, musicais, literárias ou informativas, transformando-as em mercadorias e difundindo apenas o que lhes convia. Esse processo de produção cultural em série foi, e continua sendo uma maneira de alienação e manipulação das massas através da venda de ilusões, que não seria nenhum excesso acusar de antagonistas, já que estão totalmente incompatíveis com a realidade da imensa maioria da população mundial, até porque são feitas em escala industrial visando lucro.
Sintetizando e concluindo nossa modesta tentativa de esboçar esse complexo e intrigante conceito, julgamos imprescindível colocar que estes grandes teóricos fundamentaram-se e subsidiaram-se em grandes pensadores, entre os principais Karl Marx(1818-1883), Friederich Nietzsche(1844-1900) e Sigmund Freud (1835-1930), e nos explicaram como à Indústria Cultural está a serviço da manutenção da ordem vigente, fazendo descaradamente apologia ao contraditório sistema capitalista.
Foto do rascunho por Anderson dLima.
Texto: Anderson dLima e Marcelo Cadore
Foto do rascunho por Anderson dLima.
Texto: Anderson dLima e Marcelo Cadore
